segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Mãe, nunca me abandones


Não sei se é por boas razões ou se é por más razões, mas no meu ponto de vista é por uma razão brilhante que eu hoje sinto-me uma criança. Na verdade, acordei de manhã com os olhos pesados e quando os abri, via tudo fosco e precisei de algumas tentativas de abre e fecha os olhos para conseguir focar bem aquilo que estava a ver. 

Resumindo, estava uma aranha gigante e mutante com esteróides a correrem-lhe no sangue, no meu tecto e eu saí a correr do quarto para ir chamar a minha mãe para a matar. E a minha mãe com a sua arma mais poderosa, a vassoura, veio em meu socorro. Só faltava ir chorar para trás das pernas dela!

4 comentários:

  1. Ahahah eu não vivo com os meus pais mas já me apercebi num certo retrocesso quando estou lá em casa...

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  2. ah, eu sou igual, mas costumo chamar o meu pai!

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  3. ahahaha, sou tal e qual. Tenho um medo de aranhas!

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